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Ministério da Agricultura determina suspensão de produção de carne bovina para China

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou que frigoríficos que exportam carne bovina para China suspendam a produção específica para o país asiático.

A decisão da pasta foi tomada nesta terça-feira, 19, através de um ofício-circular.

Nesta segunda-feira, a China completou 45 dias sem comprar a proteína bovina brasileira. A paralisação começou depois de uma decisão do governo brasileiro, que suspendeu as exportações depois da identificação de dois casos de encefalopatia espongiforme bovina, conhecido como “mal da vaca louca”, foram identificados em frigoríficos de Mato Grosso e Minas Gerais, no início de setembro.

Os dois países têm um protocolo sanitário específico que exige a suspensão imediata das exportações de carne bovina nestes casos. No entanto, a interrupção é temporária e não costuma durar mais do que 15 dias. Mas, por enquanto, não existe uma data específica para a retomada das exportações.

Por conta da demora da China em autorizar a importação, o Mapa decidiu suspender a produção. Vale ressaltar, que o Brasil continua autorizado a vender a carne para outros países, inclusive para o mercado brasileiro.

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Média diária exportada de carne bovina registra queda de 43,83% na terceira semana de outubro/21

A Secretária Comércio Exterior (Camex) reportou que a média diária exportada de carne bovina ficou em 4,5 mil toneladas na terceira semana de outubro, isso representa uma queda de 11,24% frente a média da semana anterior, que ficou em 5,07 mil toneladas. A média diária teve uma queda de 43,83% do total exportado do mesmo período do ano anterior, que ficou em 8,13 mil toneladas.

O volume embarcado de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada alcançou 45,6 mil toneladas na terceira semana de outubro/21. No mesmo período do ano passado, o volume total exportado em outubro foi de 162,6 mil toneladas em 20 dias úteis.

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Plano ABC+ pretende reduzir emissão de carbono em mais de 1 bilhão de toneladas

”O Ministério da Agricultura anunciou novas metas para o programa. O valor é sete vezes maior em relação ao que foi definido na primeira etapa”.

Reduzir a emissão de carbono equivalente em 1,1 bilhão de toneladas no setor agropecuário é a nova meta definida pelo Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado de ABC+, para o período de 2020 – 2030. O valor é sete vezes maior do que o plano definiu em sua primeira etapa na década passada. Já, em área, o ABC+ tem como meta atingir com tecnologias de produção sustentável 72,68 milhões de hectares (pouco mais do que duas vezes o tamanho do Reino Unido); ampliar o tratamento de 208,4 milhões de metros³ de resíduos animais e abater 5 milhões de cabeças de gado em terminação intensiva.

“Temos uma das mais ambiciosas políticas públicas da agropecuária do mudo, que traça metas ousadas para aprimorar a sustentabilidade da produção brasileira ao longo da próxima década e manter o agro na vanguarda dos esforços de enfrentamento da mudança do clima”, disse a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, no lançamento das novas metas.

Ministério da Agricultura (Mapa), diz que a política pública é única no mundo em seu escopo, abrangência e alcance. Com base em comprovações científicas, a atuação do ABC+ foi ampliada em metas ambiciosas para os próximos 10 anos. Afinal, a agropecuária brasileira, comprovadamente, pode auxiliar no combate ao aquecimento global.

“A agropecuária brasileira é parte da solução. Feita com bases tecnológicas e em sistemas sustentáveis, ela pode ser descarbonizante. O futuro é isso. E, por isso, o plano se chama mais (+)”, destaca a diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação do Ministério da Agricultura, Mariane Crespolini.

O plano ABC+ é a segunda etapa do Plano ABC, que foi realizado entre 2010 e 2020 e comprovou resultados para além do previsto, mitigando cerca de 170 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente em uma área de 52 milhões de hectares, superada em 46,5% em relação à meta estabelecida. Vale ressaltar que os valores estabelecidos como meta para esta década são adicionais aos já atingidos pelo ABC, que devem ser mantidos.

Para evoluir na conservação do meio ambiente enquanto produz, o ABC + não só incrementou as metas a serem atingidas para a mitigação de gases de feito estufa, como aprimorou o entendimento de que há que se trabalhar, também, com a resiliência dos recursos naturais. Afinal, os impactos da mudança climática já se fazem presentes e é preciso apresentar soluções com base científicas para este novo cenário, já que setor agropecuário é o mais vulnerável a essas alterações por ser uma indústria a céu aberto.

Para isso, o foco é uma abordagem integrada da paisagem das áreas produtivas, o que consiste em olhar a propriedade não apenas como produtora de alimentos, mas levando em considerações toda a sua paisagem ao redor de forma sistêmica com o cumprimento ao Código Florestal; a saúde do solo; a conservação de água e de toda a biodiversidade. Assim, a abordagem integrada ainda possibilita a valoração econômica dos serviços ambientais gerados pelos ecossistemas durante a produção agropecuária e também se presta ao equacionamento do entendimento do ambiente rural, especialmente em relação ao ordenamento do território.

É o que explica a coordenadora de Mudanças Climáticas, Florestas Plantadas e Agropecuária Conservacionista do Mapa, Fabiana Villa Alves. “Todas as tecnologias propostas no Plano ABC+ atendem o tripé da sustentabilidade em seu fator ambiental, social, econômico. Por isso, há o incentivo para uma maior produtividade com efeito poupa-terra”, declara ao reforçar o conceito de que não é preciso avançar em áreas para se produzir mais e melhor.

O ABC+ será apresentado pelo Brasil durante a Conferência das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (COP 26). “Iremos demonstrar todo o potencial da agropecuária brasileira como parte da solução e oferecer nossa experiência aos países de realidades semelhantes, com um chamamento a colaboração dos países industrializados por meio da cooperação internacional”, disse Tereza Cristina.

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